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As 25 montanhas mais altas do Perú:


MONTANHA

MSNM

REGIÃO

HUASCARÃN SUR

6768 / 22,205

Ancash

HUASCARÃN NORTE 

6655 / 21,834

Ancash

YERUPAJÃ

6634 / 21,765

Huánuco

COROPUNA

6425 / 21,079

Arequipa

HUANDOY NORTE

6395 / 20,981

Ancash

CHOPICALQUI

6354 / 20,846

Ancash

AUSANGATE

6384 / 20,945

Cusco

SIULÃ GRANDE

6344 / 20,814

Ancash

AMPATO

6288 / 20,630

Arequipa

SALKANTAY

6264 / 20,551

Cusco

SARAPO

6127 / 20,102

Ancash

HUALCÃN

6125 / 20,095

Ancash

CHACRARAJU

6112 / 20,052

Ancash

JIRISHANCA

6094 / 19,993

Ancash

CHACHANI

6075 / 19,931

Arequipa

PUCAHIRCA

6046 / 19,836

Ancash

HUALCA-HUALCA

6025 / 19,767

Arequipa

RÃSAC

6017 / 19,741

Ancash

SABANCAYA 

5976 / 19,606

Arequipa

CARNICERO

5960 / 19,554

Ancash

ALPAMAYO

5947 / 19,511

Ancash

RONDOY

5879 / 19,288

Ancash

MISTI

5825 / 19,111

Arequipa

HUAGURUNCHU

5785 / 18,980

Pasco

PARIACACA

5750 / 18,865

Junín / Lima

Festas, arte e tradição

Poucos países como Perú podem oferecer o variado resultado cultural da adaptação harmoniosa de numerosas linguas, raças e culturas a uma das geografías mais diversas e complexas existentes sobre a terra. Esta caraterística é o que fez do antigo Perú uma das grandes civilizações da antigüidade e a que o faz hoje em día, um país fascinante para os visitantes de todo tipo.

De outro lado, a biodiversidade de Perú constitui uma razão suficiente para animar aos amantes da natureza a empreender uma viagem pelos destinos de Perú. Tanto a zona desértica costeira, as alturas andinas ou os bosques tropicais, oferecem áreas de tal diversidade que poderíam manter ocupado ao mais afeiçoado explorador durante semanas inteiras.

Arte popular em Perú
O artesanato peruano encontra-se entre os mais variados do mundo, como prova-o a ampla rede de exportadores que cada ano expõe o engenho dos peruanos nos mercados europeios, asiáticos e norte-americanos. Sua diversidade, colorido, criatividade e múltiple funcionalidade fazem dela uma atividade fundamental não só para a configuração da identidade peruana senão também para a supervivência de miles de famílias e ainda de povos inteiros, como Sarhua e Quinua, em Ayacucho.

Pequenas e grandes peças que causam a admiração de locais e estrangeiros, contêm séculos de história carregados de formas e também símbolos prehispánicos que se fusionam e convivem com outros trazidos pelos espanhóis. Essa identidade múltiple e complexa é, quiçá e paradoxalmente, uma das razões da marcada tendência do artesanato peruano ao moderno "arte ingênuo" que impregna de ternura e inocente sabedoria suas peças.

A excelência dos ofícios artesanais em Perú manifesta-se, por exemplo, na harmonía dos desenhos geométricos nos tecidos, a minuciosa representação da vida camponesa nos “mates buriladosâ€, a mestiçagem cultural e o colorido dos “retábulosâ€. Mas também na finísima talha das pedras de Huamanga, o complexo barroquismo das talhas em madeira, a beleza das peças em ouro e prata e as múltiples formas que toma o barro na cerâmica.

Estas obras não são mais que algumas das manifestações de um povo que se comunica principalmente através da arte, utilizando para isso uma linguagem cujas chaves fundamentais são a abundância, a fertilidade e a aposta pelo futuro.

Festas e rituais de Perú
No Perú celebram-se perto de 3.000 festas populares ao ano. A maioría delas se organiza ao redor de um santo patrono e inscreve-se dentro de um calendário cristão adotado na época colonial, mas cuidadosamente fusionado à crenças mágico-religiosas de uma região particular.

A estas festas religiosas somam-se outras celebrações puramente pagãs como as vinculadas a mitos ancestrais nas comunidades nativas da selva e as numerosas festas criadas nos últimos séculos ou décadas. As festas de Perú formam um radiante arco-iris, a cujo colorido unem-se sons, texturas e uma vigorosa teatralidade dirigida a reinventar a história e produzir uma síntese celebratória do homem com a sua mãe terra.

Fatos típicos de Perú
Nas zonas rurais de Perú, o fato é um importante distintivo, fruto do sincretismo dos elementos prehispánicos com a roupa europeia que foi necessário levar durante o período colonial.

O tradicional anacu inca foi transformado pelas mulheres nas conhecidas “polleras†(espécie de saia usada sob a saia principal). Segundo à região, uma saia negra é acompanhada de uma faixa de cores diversas, adornada com flores na serra de Piura ou a “lliclla" de lã de muitas cores em Chiclayo.

Na serra de Lima, a saia leva uma sanefa em vermelho e negro e, em Junín, igual que em Cajamarca e em Cusco, as saias já não são negras. As mulheres deixam assomar sob a sua saia várias “polleras†de algodão bordadas, até com fios de ouro e prata, com belos desenhos na borda. O “poncho†(espécie de capa) provem do século XVII e, ao parecer, é uma variante do fato masculino, o “unkuâ€. Os espessos “ponchos†de Cajamarca não deixam filtrar a água; são tão longos como em Puno, onde se câmbiam por vermelho durante os días de festa. Em Cusco, os “ponchos†são curtos e com figuras geométricas muito elaboradas sobre fondo vermelho.

Na costa, os “ponchos†foran utilizados pelos latifundiários e são feitos de algodão ou de lã de vicuña. Na selva, tanto homens como mulheres de certos grupos étnicos, vestem uma “chusmaâ€, uma túnica ampla cosida aos lados, adornada com tinturas e figuras geométricas da região. Os fatos vão acompanhados por chapéus de lã ou palha, alguns de cores. Mas nas zonas de maior frío no ande, utiliza-se o “chulloâ€, um gôrro tecido de lã que cobre as orelhas e que está decorado com motivos geométricos.

As danças regionais requerem de fatos distintivos. Na costa, para dançar marinera o algodão da saia foi substituido pela seda. Nos andes, os dançantes de tesouras adornam seu belo fato com espelhos e bordam a seu deus protetor nas costas.


Danças e instrumentos de Perú
Graças a recentes descobrimentos arqueológicos de instrumentos musicais, se sabe que em Perú a música se remonta pelo menos uns 10.000 anos de antigüidade.

Dessa longa tradição provêm as “quenasâ€, as “zampoñasâ€, os “pututos†(trombetas de conchas marinhas) e uma grande variedade de instrumentos de vento em cuja fabricação se emplearam materiais como cana, barro, osso, cornos e metais preciosos, assim como diversos instrumentos de percusão.
Mediante o contato com Occidente se tem incorporado grande quantidade de instrumentos, os mesmos que têm sido criativamente adatados às necessidades rítmicas e tonais de cada região do país. As amostras mais evidentes são as numerosas transformações que têm operado na harpa, o violino e a viola na serra peruana.

O encontro do andino com o ocidental tem dado origem em Perú a mais de 1.300 gêneros musicais. Mas dois deles têm ultrapassado o âmbito regional e tem-se convertido em símbolos da identidade peruana: o huayno e a marinera.
Na atualidade continúam a assimilação de novos instrumentos -como sintetizadores, violas elétricas, baterías e harmônicas- e a criação de novos géneros, como a “chicha†ou “cumbia†peruana, que permitem à música peruana se-abrir a novas influências, para se extender, nacional e internacionalmente, além do espaço reservado ao vernacular.

Esta capacidade para a fusão e inovação musical exprime vivamente a força integradora e o caráter dinâmico da cultura peruana.

Perú, paraíso gastronómico
A boa cozinha peruana tem muita fama: é uma das melhores de América Latina. O "cebiche", a "pachamanca", o "chupe de camarones", o "ají de gallina", e o "juane", são alguns dos inumeráveis pratos que deleitam a todos os peruanos. A qualidade e a variedade associam-se a várias razões.

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Trekking e montanhismo
na Cordilheira Blanca e Huayhuash


Os melhores momentos como montanhista e fotografo em altitude estão no Peru, foi paixão a primeira vista, a pelo menos 20 anos.

 






“... tudo começou numa reportagem que vi sobre o Peru nos aviões da TAM onde Freddy duclerc falava sobre apaixão pela Cordilheira Branca, vendo aquelas fotos me apaixonei e coloquei com objetivo. Sem dúvida minha maior experiência com trekking em altitude, obrigado vida e Freddy Duclerc.â€
Ana Luisa Teixeira
Médica - SP



“ Subir o Pisco foi poético, me senti no Topo do mundo, uma visão 360° espetacular! Uma subida não técnica mas com muita adrenalina e superaçãoâ€.
Luciano Mendes
Arquiteto - RJ



“ Sensacional Fantastico! Obrigado! Viva! Foram as minhas palavras ao viver naquele paraíso de montanhas em Huayhuash, foram os 11 dias mais bem vividos em todas as minhas aventuras, não fica devendo nada ao Himalaia.
Beatriz Lopes
Publicitária - SP



“Fora 20 dias mais que especiais, realizar a Cordilheira Blanca com Trekking Santa Cruz e Huayhuash foi meu maior desafio, superado pela excelente aclimatação e  ajuda de toda a equipe liderada por Freddy Duclerc. Graciasâ€
Alexandre Henke
Advogado - MG



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Beto e Laura
Holla Fred que tal? Mutchas gracas por su felicidad, estamo hacendo muy buena viagem. Es un pais sin igual con una cultura bela. Hoje voltamos da Uros e Tarquile, fomos ontem e passamos a noit... veja mais



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